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FAQ’s

Home/FAQ’s

Deve colocar o óleo alimentar usado numa garrafa e entregá-lo no ecocentro mais perto.

As seringas usadas devem ser entregues nas farmácias.

As embalagens de iogurte sólidas podem ser colocados no contentor amarelo do ecoponto.

Estas embalagens devem ser colocadas no contentor amarelo do ecoponto.

Os copos de vidro devem ser colocados no contentor de resíduos sólidos urbanos.

Deve colocar no contentor verde do ecoponto, uma vez quer a gordura não inviabiliza a reciclagem.

A esferovite deve ser colocada no contentor amarelo, o mais inteira possível.

As lâmpadas podem ser depositadas nos centros de recolha de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e ou nos ecocentros.

Estas embalagens devem ser colocadas no contentor amarelo.

Numa primeira fase de realização de um EIA ter-se-á de caracterizar o estado atual do ambiente nos locais definidos como alternativas de localização do Projeto e na sua zona envolvente, constituindo essa caracterização a base de referência para a posterior avaliação dos impactes do Projeto.

No âmbito da caracterização da situação atual, realizar-se-á um conjunto de trabalhos de campo nos domínios da ecologia, paisagem e património, seguidos de trabalhos de caracterização geológica e hidrogeológica.

 

Para os trabalhos de campo de caracterização geológica e hidrogeológica, será necessária a realização de um pequeno conjunto de sondagens nos terrenos, efetuadas com sondas mecânicas, com o objetivo de reconhecer em profundidade a natureza das formações geológicas e de efetuar ensaios de caracterização geotécnica e hidrogeológica. Importa referir que para a realização dos trabalhos de campo previstos será tida em conta a preservação das condições locais, utilizando-se os acessos existentes, sendo repostas as condições iniciais do terreno no final dos trabalhos.

 

Após a caracterização da situação atual de referência a fase seguinte de elaboração do EIA respeita à identificação e avaliação dos impactes potencialmente gerados pelo Projeto, bem como a avaliação dos impactes cumulativos do projeto com outros projetos/infraestruturas existentes e/ou previstos.

 

Uma vez identificados e avaliados os impactes do projeto sobre os diversos aspetos ambientais serão apresentadas as correspondentes medidas de mitigação de impactes que permitam reduzir ou mesmo evitar os impactes sobre o ambiente. Em complemento a estas medidas, serão também estabelecidos os programas de monitorização que permitam acompanhar o estado do ambiente ao longo do tempo de vida do Projeto.

 

Finalmente analisar-se-ão de forma integrada e ponderada os impactes associados a cada uma das alternativas de Projeto estudadas de forma a retirar conclusões quanto à solução que se vier a considerar como ambientalmente mais adequada.

O processo de elaboração do EIA deverá respeitar as boas práticas nacionais e internacionais, bem como a legislação portuguesa e comunitária em vigor e visa:

– Assegurar que os aspetos ambientais serão devidamente analisados e avaliados, permitindo integrar estas questões no desenvolvimento dos processos de tomada de decisão.

– Garantir que todos os interessados possam colaborar no processo, em particular durante a fase de consulta pública.

– Antecipar, evitar, minimizar e ultrapassar os efeitos adversos sobre os diversos fatores ambientais que se estimem poder vir a ser gerados pela implementação do Projeto e projetos associados.

– Assegurar a proposta de medidas com vista à proteção dos sistemas naturais e dos processos ecológicos de modo a garantir a sua funcionalidade.

– Apoiar a decisão sobre o local com melhores condições para receber esta infraestrutura.

A SULDOURO adjudicou a realização do EIA à empresa DHV (www.dhv.pt), a qual tem um longo histórico deste tipo de trabalhos, nomeadamente em projetos de elevada complexidade, que atestam a qualidade técnica e o rigor que constituem o padrão de exigência neste tipo de estudos. De entre os projetos nacionais mais relevantes efetuados pela DHV contam-se os Estudos de Impacte Ambiental do Novo Aeroporto de Lisboa, do Lote 3C da Ligação Ferroviária de Alta Velocidade Lisboa-Madrid e do Prolongamento da Linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa (Estação do Oriente/Aeroporto).

Depois do estudo desenvolvido pelo IDAD/Universidade de Aveiro que apresentou duas localizações possíveis, a tomada de decisão final decorreu do resultado dos estudos prévios e da avaliação de impacte ambiental que está atualmente a decorrer e que identificará, avaliará e comparará os impactes da construção, operação e pós-encerramento de um aterro e respetivas acessibilidades nos dois locais identificados.

Existiu uma análise prévia à alternativa de associação à LIPOR e houve mesmo um processo de aferição formal da disponibilidade da LIPOR para tal hipótese, por parte das Câmaras Municipais de Vila Nova de Gaia e de Santa Maria da Feira.

Esta hipótese veio a revelar-se impossível por duas ordens de razão fundamentais:

1.         

Técnicas:

a.         A LIPOR não possui capacidade de tratamento disponível para o volume de RSU produzido pelos dois concelhos;

b.         A LIPOR solicitou disponibilidade de terreno num dos dois concelhos para a localização de novas infraestruturas do seu sistema, eventualmente a utilizar para construir uma central de triagem ou um aterro.

 

2.        

Económico-financeiras:

a.         A LIPOR exigia um pagamento de entrada superior a 16 milhões de euros;

b.         O custo de tratamento da LIPOR cobrado aos municípios aderentes é quase o triplo do praticado pela SULDOURO;

c.         Pela distância às instalações da LIPOR, verificar-se-ia o acréscimo dos custos de transporte, o aumento de tráfego de viaturas pesadas e o incremento das emissões de CO2.

Os aterros são uma parte integrante e indispensável de qualquer moderno sistema integrado de gestão de resíduos, funcionando cada vez mais como uma solução de fim de linha para os resíduos que não é possível reciclar ou valorizar de outro modo.

 

Na área da reciclagem a SULDOURO tem vindo permanentemente a investir na separação das diversas fileiras: vidro, papel/cartão, plástico e metais, tendo recentemente entrado em funcionamento uma nova Estação de Triagem Automática de Embalagens. Para além disso a SULDOURO anualmente tem vindo a reforçar a quantidade de ecopontos e de viaturas disponíveis para recolher estes materiais junto da população.

 

A redução da deposição de resíduos em aterro tem sido também objeto dos investimentos da SULDOURO, em especial no que respeita à matéria orgânica (maioritariamente constituída por restos alimentares e responsável pela geração de gases de efeito de estufa). A Suldouro desde 2011 que tem em operação a Central de Valorização Orgânica (CVO) que permitiu valorizar parte desses resíduos produzindo composto para uso agrícola e florestal, e ainda gerando energia elétrica.

A Suldouro mantém ainda a sua firme aposta no aproveitamento energético do biogás com um dos vetores fundamentais da sua estratégia. O centro electroprodutor da Suldouro é hoje a maior unidade do género do País com uma potência instalada 6,400 Mw/h, sendo constituído por seis grupos moto geradores, estando um afeto à CVO.

Este esforço articulado, assente numa estratégia consistente e progressiva de separação a montante dos materiais, resulta no prolongamento da vida útil dos aterros, por via da diminuição programada da quantidade de resíduos a depositar.

A solução integrada de gestão dos resíduos da SULDOURO constitui atualmente um dos Sistemas de Tratamento de Resíduos  mais habilitado técnica e ambientalmente. A demonstrá-lo estão as recentes certificações de qualidade, ambiente e segurança atribuídas à empresa.

Não. É um facto que todos nós temos um preconceito natural em relação ao lixo e a tudo o que o envolve, mas a história demonstra-nos que não é viável atirar este problema para trás das costas. Isso fazia-se no tempo das lixeiras.

 

Por outro lado, não é por acaso que se passou a designar o lixo por resíduo sólido urbano. O que antes era um mero desperdício é hoje, cada vez mais, um recurso material, que não só é tratado preservando o ambiente e minimizando os impactes negativos que aconteciam no passado, como é valorizado gerando novos produtos através da reciclagem e da produção de energia.

 

Aliás, a energia elétrica gerada na instalação de Sermonde em 2009 foi a equivalente ao consumo anual de 25.000 pessoas.

 

Para comprovar esta realidade, basta fazer uma visita ao aterro de Sermonde.

Conforme previsto e programado desde o início de atividade da Suldouro, o atual aterro localizado em Sermonde, Perosinho, Serzedo e Grijó, após 10 anos de exploração, encontra-se perto do seu esgotamento.

A Suldouro é a empresa concessionária do Sistema de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos do Sul do Douro. Foi constituída em 1996 e tem como missão o tratamento e valorização dos resíduos sólidos urbanos produzidos nos concelhos de Vila Nova de Gaia e de Santa Maria da Feira. São seus acionistas a Empresa Geral de Fomento e os Municípios de Vila Nova de Gaia e de Santa Maria da Feira.

A Suldouro foi ainda responsável pelo encerramento das antigas lixeiras de Vilar de Andorinho e de Canedo, onde durante décadas foram depositados pelos municípios os resíduos produzidos nos dois concelhos.